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[Crítica] Men (2022): Faces do Medo

No período em que muitos já estavam cansados da onda de filmes de horror surrealistas, cheios de simbolismos em que, muitas vezes, nem mesmo o próprio diretor e roteirista tinham sua visão do que criaram, mas deixaram para o público tirar suas conclusões - "O Poço" (2019) - ou, quando explicavam em entrevistas que tudo era sobre um "delírio psicológico vs. realidade" -  "Saint Maud" (2019) - nos fazendo, veementemente, tentar entrar na mente de quem escreveu o roteiro em busca de pontas soltas para usufruir o mínimo do entretenimento, vez ou outra, essa nova técnica da sétima arte que se iniciou em 2018 com "Mãe!" , acaba nos surpreendendo com alguns exemplares -  "Censor" (2021) e "Men: Faces do Medo" (2022). De todos que assisti, esse é o que mais conseguiu utilizar dessa técnica, expressando sua mensagem e fazendo sua crítica social de forma aberta, mas sem fugir do que apresenta. Mesmo no subliminar, a forma como a histó...

[Crítica] Evil Dead Burn (2026) VS. Evil Dead Rise (2023)

[Crítica] O Convite (2026): Terapia de casal com Olivia Wilde

[Crítica] Leviticus (2026): A religião como uma maldição

[Crítica] Backrooms (2026): Um Não-Lugar

[Crítica] Obsessão (2025): Mas o que vemos é uma possessão

[Crítica] A Noiva! (2026): Quando o cinema se torna magistral e icônico

[Crítica] Saccharine (2026): Batalha espiritual contra a balança

[Crítica] A Astronauta (2025): A eficácia no minimalismo

[Crítica] Hokum (2026): O Pesadelo da Bruxa

[Crítica] Affection (2025): Amor ou apego?

[Crítica] The Carpenter’s Son (2025): Sombras no Deserto

[Crítica] Maldição da Múmia (2026): A coragem de Lee Cronin

[Crítica] Mortal Kombat 2: O desequilíbrio entre a Terra e Outworld