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[Crítica] Obsessão (2025): Mas o que vemos é uma possessão

Procurei assistir sem hype alguma. Mesmo com o bom marketing, com a mídia, a boa nota no Rotten e as redes sociais ovacionando e, inclusive, o considerando o melhor filme de terror do ano. Sinceramente, não sei qual o fenômeno acerca de “Obsessão” (2025) para chegar a tal nível de influência e conseguir levar tanta gente aos cinemas. Talvez alguém da produção “quebrou um Salgueiro do Desejo”, um bom contato surgiu na agenda, ou apenas fizeram um bom marketing mesmo. Não é de hoje que os youtubers vêm conquistando espaço e se destacando também no cinema, como os irmãos Philippou de  "Fale Comigo" (2023) e, recentemente, Kane Parsons com “Backrooms: Um Não-Lugar” (2026). Longe de mim subestimar a capacidade de alguém em ser criativo e fazer uma obra cinematográfica bem feita. Muito menos subestimar alguém pela idade ou experiência que ela tem. Quando não possui tanto investimento, muitos já sabem o quanto uma produção é capaz de causar estardalhaço e se tornar um fenômeno d...

[Crítica] A Noiva! (2026): Quando o cinema se torna magistral e icônico

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