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[Crítica] Hokum (2026): O Pesadelo da Bruxa

O diretor e roteirista de “O Alerta” (2020) e  "Oddity: Objetos Obscuros" (2024) está de volta, mesmo que de uma forma mais convencional dessa vez. O bacana é o selo que ele vem conseguindo deixar em suas produções, que vai além do fascínio por coelhos macabros e objetos sinistros. Em "Hokum: O Pesadelo da Bruxa" (2026) ele consegue construir uma história em que dois gêneros diferentes – o suspense e o terror – caminham juntos, mesmo que ambos façam questão de marcar suas características peculiares quando aparecem, sem se misturar. Como água e óleo dentro de um copo. O irlandês Damian McCarthy já é o tipo de diretor que todos os amantes do terror estão atentos para o próximo lançamento. Sinal do frescor que ele trouxe, principalmente com  "Oddity: Objetos Obscuros"  (2024). Dessa vez ele opta por elementos mais clássicos, que giram em torno de um hotel assombrado por lendas locais, e um personagem central (interpretado por Adam Scott) que chega para resol...

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