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[Crítica] O Diabo Veste Prada 2: Um vinho guardado há tempos na adega

Não sei o que se passa no nicho da moda atualmente, mas se tratando de cinema (e especificamente Hollywood), o período oscilante, onde nem sempre encontramos algo que valorize o ingresso, vez ou outra, nos é entregue o que vai muito além da nostalgia e do carinho por personagens icônicos. Talvez o avanço da tecnologia esteja refletindo (e assustando) algo na indústria do cinema e essa onda de resgatar o passado e trazer à ativa tantos filmes que marcaram época, não seja apenas o momento presente. Já o porquê da demora em nos servir uma sequência, evoca uma voz da Miranda dizendo: "Vaaai...", e esse sentimento de “será que vale a pena” mexer em algo intacto e reunir toda uma galera depois de tantos anos, é o que acaba movendo ideias e sendo um combustível que faça muita gente querer ver um filme nos cinemas. O nome disso é LEGADO. Que não tem muito a ver com um apego ao passado, um conservadorismo ou medo do que o futuro pode contribuir ou estragar, mas no que diz respeito ao ...

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