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[Crítica] Resident Evil (2026): Paul W. S. Anderson riu

Mais uma vez Zach Cregger repete o que aconteceu em  "Noites Brutais" (2022), onde seus primeiros atos conseguem nos envolver na história e impulsionar o filme para algo promissor, mas que em determinado momento a bateria parece acabar, e o pico construído de início não apenas esfria, mas descamba ladeira abaixo numa conclusão que nos faz até esquecer da qualidade até então construída. Engraçado que em  "A Hora do Mal" (2025) o diretor utilizou uma arma com tiro certeiro do início ao fim, mas infelizmente não foi dessa vez (outra vez) que podemos dizer que finalmente fizeram uma boa adaptação de “Resident Evil”, postergando a franquia de Paul W. S. Anderson, iniciada em 2002, como o mais próximo do que seria definitivo quando falamos sobre liberdade criativa envolvendo a Umbrella Corporation. Claro que esse filme de 2026 não chega a ser péssimo como “Bem-Vindo a Raccoon City” (2021), nem desafiador para conseguir ver até o fim como a série lançada pela Netflix em ...

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