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[Crítica] Maldição da Múmia (2026): A coragem de Lee Cronin

Lee Cronin é um diretor e roteirista irlandês que vem chamando bastante atenção no gênero. Não à toa, foi-lhe entregue nas mãos “Evil Dead Rise” (2023), sequência de uma das franquias mais icônicas do horror. Com "Maldição da Múmia" (2026), ele nos apresenta praticamente o que seria um filme definitivo. Se para alguns “Drácula de Bram Stoker” (1992), de Francis Ford Coppola, é a representação quando se fala de vampiros, então podemos estar diante de um clássico contemporâneo feito para nos transportar ao lugar de um horror primitivo, enterrado há muitos anos, onde nem sempre o vilão é necessariamente o sobrenatural.  O título original - “ Lee Cronin's The Mummy ” (A Múmia de Lee Cronin) - já demonstra sua confiança e ambição em não ter sido feito apenas para ocupar um espaço na agenda. Com um roteiro redondinho e uma edição que consegue transmitir ao espectador o impacto temporal entre os acontecimentos, temos 2 horas e 14 minutos de uma história que irá chocar e embrulha...

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