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[Crítica] Mortal Kombat 2: O desequilíbrio entre a Terra e Outworld

Troca-se o roteirista e o dilema em conseguir estruturar uma história e a deixar fluída envolvendo vários personagens entre a Terra e a Exoterra (Outworld) continua. Agora com Jeremy Slater, do reboot de “Quarteto Fantástico” (2015) e das minisséries “The Exorcist” (2016) e “Cavaleiro da Lua” (2022), substituindo a dupla de  "Mortal Kombat" (2021), Greg Russo e David Callaham. Tempo é o que não faltou. Tempo de reassistir o primeiro pra dar uma boa continuidade? Tempo para fazer muitas pesquisas na internet e se aprofundar na extensa fantasia dos jogos, extraindo somente o necessário? Quando, na verdade, a pergunta que não quer calar quando estamos diante de uma adaptação de "Mortal Kombat", é: “O que o público realmente quer ver nas telas? Apenas uma pancadaria bem coreografada? Um figurino que não pareça cosplay ? Sangue? Horror? Dark Fantasy ? Comédia? Fatalities ? Um bom CGI? Uma história empolgante? Ou todas essas coisas juntas?” Acredito que o desafio dos fi...

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