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[Crítica] Pânico 7 (2026): O fantasma de décadas

Nunca a metáfora acerca da máscara do Ghostface foi usada de forma tão emblemática. Seja nos anos 90 ou agora em 2026, exatamente 30 anos depois do início de tudo. “Pânico 7” (2026) é um filme que traz muitos “fantasmas do passado” para assombrar, mas sem ficar preso a algo que o distancia do presente. Mesmo que traumas sejam revividos e, mais uma vez, Sidney Prescott (Evans) esteja no meio de outro ataque organizado pelo Ghostface, onde   sua casa, com marido e filhos, é o alvo dessa vez.  A icônica máscara branca flutuando na escuridão em "Pânico 7" Antes de tudo, como um fã da franquia que cresceu acompanhando os lançamentos (na verdade, tinha só 8 anos quando o primeiro filme foi lançado, assisti só em VHS. E barrado no cinema quando tentei ver “Pânico 3” em 2000, com apenas 12 anos), cheguei pra assistir essa sétima arte refletindo muito, primeiramente, sobre ainda estar vivo pra poder experimentar esse momento, então, sou muito grato por isso! Depois, por todo o conjun...

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