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[Crítica] The Carpenter’s Son (2025): Sombras no Deserto

Esse filme, com certeza, é outro que colocou meu  "voto de imparcialidade" à prova. Claro, antes de tudo, estamos falando de um filme de FICÇÃO, baseado em uma escritura APÓCRIFA – O  Evangelho de Pseudo-Tomé – o que ajuda muito a encararmos a história como algo apenas mitológico, não religioso/bíblico, com a figura de José, Maria e Jesus sendo retratada de forma mentirosa e distorcida dos 4 Evangelhos canônicos. Aqui, temos um exemplo que, às vezes, é difícil separar a fé de um mero entretenimento. Principalmente quando ele agride algo muito real para os cristãos, beirando o que seria tendencioso e que não tem muito a ver com um terror psicológico.  Ficção (entretenimento) x Religião (fé) Não é de hoje que “filmes bíblicos” tentam chamar atenção gerando polêmicas. "A Última Tentação de Cristo" (1988) de Martin Scorsese diz por si mesmo. Todos sabemos que a arte muitas vezes é livre e subjetiva. E é possível expressar sua crença (ou descrença) de uma forma elegant...

[Crítica] Maldição da Múmia (2026): A coragem de Lee Cronin

[Crítica] Mortal Kombat 2: O desequilíbrio entre a Terra e Outworld

[Crítica] O Diabo Veste Prada 2: Um vinho guardado há tempos na adega

[Crítica] Eles Vão Te Matar (2026): Tarantino dizendo "What the f..."

[Crítica] Casamento Sangrento: A Viúva

[Crítica] Undertone (2025): O terror do "ilariê"

[Crítica] Shell - Segredo Obscuro (2024)

[Crítica] Os Sete Relógios de Agatha Christie: Livro + Minissérie

[Crítica] We Bury the Dead (2024)