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[Crítica] A Noiva! (2026): Quando o cinema se torna magistral e icônico

Com tantas produções baseadas na obra de Mary Shelley para trazer algo significativo depois de tantas produções baseadas na obra de Mary Shelley, uma hora a tentativa passa do que seria apenas ambicioso e acaba, de fato, dando certo. A Noiva! (2026) tem seu lançamento no ano seguinte ao  "Frankenstein" (2025) de Guillermo Del Toro, e ficamos sem saber o que realmente faz um filme merecer toda a notoriedade quando chega o período de premiações. Desde já, fico na expectativa de que esse entre como um dos melhores do ano no Oscar 2027, ou, será apenas outro filme que acabará sendo esnobado por ter sido lançado sem estratégia. Quem sabe esse seja o motivo. Afinal, podemos ter dois filmes baseados na mesma obra sendo premiados por dois anos seguidos? Podemos. O que seria injusto é “A Noiva!” (2026) ficar longe dos holofotes, e não venham me dizer que o boicote se daria pelo dilema dela preferir estar apaixonada ao invés de seguir a mensagem feminista da mulher independente. Aqui,...

[Crítica] Saccharine (2026): Batalha espiritual contra a balança

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